Entenda como as ondas de calor podem impactar a conta de luz

Entenda como o aumento da temperatura está provocando sustos na população com a alta desproporcional na conta de luz

As altas temperaturas registradas nos últimos meses parecem determinar uma nova tendência. Ondas de calor, queimadas e períodos longos de estiagem devem se tornar mais frequentes. Apesar da mudança climática apresentar riscos de eventos trágicos à medio prazo, as temperaturas mais elevadas já estão cobrando sua conta agora. Altas temperaturas elevam as contas de luz em todo o país.

De fato, as altas nas contas de luz são rapidamente sentidas nos bolsos de milhares de consumidores em todo o país. Apesar das contas de luz apresentarem muitas informações, poucos as compreendem totalmente. Parte da insatisfação está nessa falha de comunicação e de atendimento. Milhares de consumidores buscam órgãos de defesa dos direitos dos consumidores e o nível de reclamação atinge novos recordes.

 

Alta na conta de luz devido ao aumento do consumo

As contas de luz refletem o aumento do consumo de equipamentos que nos trazer conforto nesses dias mais quentes. Os aparelhos de ar condicionado e ventiladores ficam ligados durante um maior período do dia. Enquanto, as geladeiras consomem mais energia para manter a temperatura desejada.

 

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Alta na conta de luz devido a elevação de alíquotas

Além disso, tem-se um efeito multiplicador que acaba penalizando ainda mais o bolso dos consumidores. Por exemplo, algumas distribuidoras possuem alíquotas de ICMS proporcionais ao consumo.  Na Energisa de Campo Grande-MS, o cliente paga 17% de ICMS com consumo até 200kWh/mês. Por outro lado, caso o consumo suba para 201kWh/mês, ele pagará 20% de ICMS sobre todo o consumo.

Alta na conta de luz devido as altas de encargos

Outro exemplo, é a Contribuição para o Custeio dos Serviços de Iluminação Pública presente na sua conta de luz, que também varia conforme o consumo. Por exemplo, os consumidores de Belo Horizonte-MG atendidos pela CEMIG pagam de 1% a 10% da tarifa de iluminação pública, conforme o consumo mensal. De um lado, clientes com consumo inferior  a 100kWh/mês pagam alíquota de 1%, enquanto clientes com consumo acima de 500kWh/mês pagam alíquota de 10%.

 

 

 

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