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Mês de outubro será bandeira vermelha 1 na conta de luz

Baixo volume de chuvas é a justificativa para aplicação do aumento
Escrito por Anny Malagolini
Publicado em
Atualizado em
bandeira vermelha 1
Foto: Pok Rie/Pexels

A conta de luz deve ficar mais cara em outubro de 2025, conforme anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Neste mês, vai valer a bandeira vermelha patamar 1, o que significa que as faturas de energia elétrica terão adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

De acordo com a Agência, a bandeira vermelha será estabelecida por causa do volume de chuvas abaixo da média e o baixo nível dos reservatórios. Assim, há necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que são mais caras e justificam o acionamento da bandeira vermelha patamar 1 para outubro. Nos meses anteriores foi acionada a bandeira vermelha patamar 2.

O que bandeira vermelha 1?

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias mostra ao consumidor quando a energia está mais cara no Brasil. As cores funcionam como um alerta: levam em conta o nível dos reservatórios, o avanço das fontes renováveis e o uso de usinas mais caras, como as termelétricas.

Na prática, o mecanismo dá mais transparência à conta de luz. Se a bandeira está vermelha, por exemplo, significa que o custo da geração subiu. Nesse cenário, o consumidor pode adaptar o consumo e tentar reduzir o valor no fim do mês. Antes da mudança, esse “sinal” não existia: o aumento só aparecia nos reajustes anuais das tarifas.

  • Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;
  • Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;
  • Bandeira vermelha: Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora kWh consumido.
  • Bandeira vermelha: Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

Anny Malagolini é jornalista com ampla experiência em produção de conteúdo digital e SEO. Atuou em redações como Campo Grande News, Correio do Estado e Midiamax, faz a estratégia editorial do portal DCI, com foco em audiência orgânica e conteúdo de autoridade.