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Finanças

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Finanças

Conforme definição do Novíssimo Dicionário de Economia, esta é a “área da economia que engloba os ramos de atividade e os processos relacionados com a gestão dos recursos públicos, privados, dinheiro, crédito, títulos, ações e obrigações pertencentes ao Estado, às empresas e aos indivíduos. Refere-se ao sistema financeiro, que engloba os estabelecimentos financeiros e seus agentes: bancos centrais, bancos comerciais, bancos de desenvolvimento, de investimentos, instituições não-bancárias de crédito (como, por exemplo, as associações de poupança e empréstimos), instituições cooperativas, sociedades de investimento, casas de câmbio, Bolsas de Valores, corretoras e agentes intermediários na colocação de valores.

As finanças constituem representações simbólicas e indiretas de atividades econômicas reais. Os papéis financeiros, por exemplo, representam e promovem fenômenos econômicos, como a transferência de fundos acumulados por pessoas ou entidades, destinados ao pagamento de, em última instância, algum trabalho produzido. A poupança é também parte importante das finanças e constitui o produto do trabalho que excede as necessidades da população. Numa sociedade monetarista, a poupança é encaminhada ao setor financeiro para ser acumulada e aplicada. No regime capitalista, a captação da poupança é realizada por empresas privadas. Num regime socialista, é o Estado que monopoliza a captação da poupança. As instituições financeiras são entidades que se dedicam à captação, intermediação e aplicação de recursos financeiros.

Podem ser públicas ou privadas e, no Brasil, devem ter autorização do Banco Central para operar. Se forem empresas estrangeiras, necessitarão de autorização de funcionamento por meio de decreto do poder executivo. As principais instituições no Brasil são: Conselho Monetário Nacional, Banco Central do Brasil, Banco do Brasil, Banco de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES), Banco Nacional
da Habitação (BNH).”

Greve dos bancários já dura 23 dias e é a maior desde 2004

Greve dos bancários já dura 23 dias e é a maior desde 2004

A greve dos bancários, que entrou em seu 23º dia, já é a terceira mais longa desde 2004, quando a paralisação chegou a 30 dias.

28/09/2016 09:11:00

Banco Neon chega para disputar mercado de instituições digitais

Banco Neon chega para disputar mercado de instituições digitais

Banco Neon chega ao mercado como mais uma instituição financeira digital com a proposta de oferecer serviços sem burocracia.

22/07/2016 17:00:00

Financeira Omni pretende ampliar as concessões de crédito no País

Financeira Omni pretende ampliar as concessões de crédito no País

Instituição pretende alcançar microempresários desbancarizados e conceder mais crédito para as classes C e D por meio de lojas varejistas.

24/05/2016 05:00:00

Itaú exibe seu melhor resultado trimestral da série histórica

Itaú exibe seu melhor resultado trimestral da série histórica

SÃO PAULO - Lucro líquido no padrão contábil BR Gaap cresceu 36,7% em doze meses

05/08/2014 12:50:00

Lucro do Itaú Uni banco chega a R$ 4,889 bilhões no 2º trimestre

Lucro do Itaú Uni banco chega a R$ 4,889 bilhões no 2º trimestre

Na manhã desta terça-feira (5) o Itaú Uni banco anunciou os resultados de seu balanço trimestral. O lucro líquido chegou a R$ 4,889 bilhões.

05/08/2014 09:32:00

Economia: fatores distintos afetam balanço de bancos

Economia: fatores distintos afetam balanço de bancos

SÃO PAULO

Bradesco e Santander reagiram de forma diferente às dificuldades da economia no ano passado. O banco espanhol apurou lucro de R$ 5,74 bilhões em 2013, queda de 9,7% em relação a 2012. A instituição financeira privada nacional teve lucro líquido ajustado de R$ 12,2 bilhões, alta de 5,9% ante o resultado do ano anterior.

O primeiro desafio foi o baixo crescimento da economia no ano passado. No início do ano as expectativas para o crescimento do PIB estavam próximas aos 3%, mas os dados mostraram que esse cenário seria diferente, com uma taxa perto dos 2%. Com isso, as projeções sobre crescimento do crédito também caíram, como explicou o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabucco.

"No ano passado, o crescimento do PIB nos surpreendeu negativamente, e por isso fomos obrigados a rever nossas metas de crescimento do crédito para baixo. Isso afeta a nossa rentabilidade", afirmou Trabucco.

Além do baixo crescimento, outro fator que pesou nos balanços foi a queda na margem financeira. A taxa básica de juros (Selic) voltou a subir desde abril de 2013, mas os spreads (diferença entra a taxa de captação e repasse para o tomador) continuaram comprimidos o que afetou os balanços.

No Santander o spread médio de crédito caiu de 12,2% em 2012 para 10,5% em 2013. Com isso, a margem financeira do banco caiu de R$ 32,38 bilhões em 2012 para R$ 29,827 bilhões no passado, o que representa perda de 7,9%. No Bradesco, a queda foi menor, 1,2%, no mesmo período.

"No ano passado houve uma queda brusca da margem financeira, o que afetou a lucratividade do banco. Mas acreditamos que essa tendência perdeu força e podemos ver até mesmo uma leve recuperação em 2014", analisou o presidente do Santander Brasil, Jesus Zabalsa.

O Bradesco conseguiu superar esse desafio fortalecendo outras fontes de recursos. As receitas com serviços, por exemplo, fecharam 2013 em R$ 19,78 bilhões, alta de 13% ante 2012. O resultado das operações com seguros cresceu 17,2%, totalizando um lucro de R$ 4,471 bilhões ao banco.

O Bradesco também focou na contenção da inadimplência e na redução das Provisões para Crédito de Liquidação Duvidosa (PDD). O índice de calotes no Bradesco caiu de 4,1% em dezembro de 2012 para 3,5% em igual período do ano passado. O PDD do banco caiu de R$ 13,01 bilhões para R$ 12,04 bilhões entre 2012 e o ano passado.

O Santander também reduziu drasticamente sua taxa de inadimplência que passou de 5,5% ao final de 2012 para 3,7% no ano passado. O banco espanhol também reduziu sua PDD, mas menos do que o concorrente privado, de R$ 14,99 bilhões para R$ 14,22 bilhões.

Além da menor redução no PDD, o Santander também teve uma menor capacidade de gerar recursos em outros segmentos de sua atividade que não o crédito. As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias subiram de R$ 9,680 para R$ 10,67 bilhões, alta de 10,3%, mas não o suficiente para repor as perdas com a queda da margem financeira.

O banco espanhol busca agora expandir sua atuação. O presidente Jesus Zabalsa afirmou que o Santander pretende concluir nas próximas semanas a compra da credenciadora de cartões, GetNet, do qual já é sócio. "Nosso objetivo é ganhar mercado e diversificar nossas fontes de receitas", afirmou Zabalsa.

O banco também apostará no crédito rural. "Esse é o setor mais dinâmico da economia atualmente. Nós já tivemos uma carteira importante nesse segmento quando da compra do Banespa, mas acabamos nos afastando. Vamos retomar essa linha com força por que é área mais dinâmica da economia brasileira e que deve evoluir bastante nos próximos anos", completou Jesus.

Os dois bancos tiveram um crescimento parecido na carteira de crédito ampliada. O Santander passou de R$ 255,96 bilhões para R$ 279, 81 bilhões, alta de 9,3% entre 2012 e 2013.

Já no Bradesco, a carteira de crédito fechou o ano passado com um total de R$ 427,3 bilhões, o que representa alta de 10,8% ante os R$ 385,5 bilhões registrados no final de 2012.

31/01/2014 00:00:00

Transporte: subsídios seguram demanda de empresas por veículos

Transporte: subsídios seguram demanda de empresas por veículos

SÃO PAULO - As concessões de crédito para compra de veículos por empresas estão praticamente estáveis nos últimos 12 meses. Segundo representantes de bancos de montadoras

10/12/2013 00:00:00

Quality recebe registro de companhia aberta da CVM

SÃO PAULO - Empresa de TI pretende se listar no segmento Bovespa Mais da Bolsa de Valores em 2014

03/12/2013 16:12:00

Telefonia: Lucro da Portugal Telecom cai  40 % no  2 ° trimestre

Telefonia: Lucro da Portugal Telecom cai 40 % no 2 ° trimestre

São Paulo - A Portugal Telecom afirmou que seu lucro líquido caiu 40% no segundo trimestre, afetado pelo aumento dos custos, apesar do crescimento da receita.O lucro da companhia recuou para 98,1 milhões de euros no segundo trimestre, de 164,2 milhões de euros no mesmo período do ano passado. Os analistas tinham previsto um lucro líquido de 106 milhões de euros.Essa é a primeira vez que a PT consolida o lucro do grupo de telecomunicações brasileiro Oi (ex-Telemar) e da empresa de atendimentos Contax, do qual a companhia portuguesa comprou uma fatia de 25,3% no início deste ano. Sem esse efeito as receitas da PT teriam diminuído 5,3%. O lucro foi ajustado para refletir a venda da participação na Vivo à Telefónica no ano passado.A receita da Portugal Telecom totalizou 1,80 bilhão de euros no segundo trimestre, acima dos 933,5 milhões de euros no mesmo período do ano passado, enquanto os custos aumentaram para 1,16 bilhão de euros, de 563,3 milhões de euros.A margem Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) aumentou para 642,4 milhões de euros, de 370,3 milhões de euros no mesmo período do ano passado.A PT explica a queda das receitas nos negócios nacionais com vários impactos, alinhados por ordem decrescente: menores vendas de equipamentos; diminuição das tarifas móveis de interligação; menores receitas do negócio de listas telefônicas; menores receitas no negócio de dados e soluções empresariais.

01/09/2011 00:00:00

Ações e mercado: negociação simultânea é opção para IPOs

Ações e mercado: negociação simultânea é opção para IPOs

São PauloA ação da International Meal Company (IMC), holding dona das redes de restaurantes e lanchonetes Viena e Frango Assado, inicia a negociação no pregão da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&F Bovespa) hoje. O papel saiu a R$ 13,50 em sua Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês), no piso da faixa estimada pelos coordenadores, que era entre R$ 13,50 e R$ 16,50, conforme informações divulgadas na sexta-feira por meio da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

09/03/2011 00:00:00

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