DCI - Leia no
jornal DCI sobre Economia, Futebol,
Celebridades e Loterias

Candidato favorito de Goiânia, Maguito Vilela segue em estado grave

Candidato à Prefeitura em Goiânia, Maguito Vilela segue internado após contrair covid-19 durante sua campanha. Conforme pesquisa divulgada pelo Ibope em 28/11, o político possui 59% das intenções de voto.  Saiba onde está internado e qual é o seu estado de saúde de acordo com boletim médico.

Escrito por Erich Mafra
Publicado em
Atualizado em
Maguito Vilela durante sua internação em hospital de São Paulo
Com maioria das intenções de voto, Maguito Vilela segue internado em estado grave. Fonte: Divulgação/Assessoria

Candidato à Prefeitura em Goiânia, Maguito Vilela segue internado após contrair covid-19 durante sua campanha. Conforme pesquisa divulgada pelo Ibope em 28/11, o político possui 59% das intenções de voto.  Saiba onde está internado e qual é o seu estado de saúde de acordo com boletim médico.

Qual é o estado de saúde de Maguito Vilela?

Maguito Vilela testou positivo para o coronavírus em 20 de outubro. Em apenas uma semana, seu estado de saúde apresentou grave piora, pois estava com 75% dos pulmões inflamados;  o agravamento do quadro gerou sua transferência ao hospital Albert Einstein em São Paulo. Poucos dias depois foi intubado pela primeira vez.

Desde então, seu quadro variou muito – após uma breve melhora, voltou a ser intubado em 15 de novembro. Segundo boletim divulgado pelo Albert Einstein hoje, o quadro de Maguito Vilela é grave, mas foi estabilizado com a utilização de sedativos. Além disso, o favorito de Goiânia continua respirando com a ajuda de aparelhos e passa por hemodiálise. Filho do candidato, Daniel Maguito afirmou ontem que “estamos muito otimistas de que em breve ele estará conosco.”

Grande parte de sua campanha após a internação foi encabeçada por Daniel e o vice de Maguito, Rogério Cruz.

Quem é o candidato favorito de Goiânia?

Na frente da corrida pela prefeitura em Goiânia, Maguito Vilela possui uma carreira longa na política. Além de cargos no legislativo, o goiano já foi Governador de Goiás e vice-presidente do Banco do Brasil em 2007. Apesar da experiência, também já foi alvo de polêmicas.  A principal delas é a citação de seu nome na delação entregue pela Odebrecht ao Supremo Tribunal Federal. O candidato e seu filho teriam recebido aproximadamente R$ 1,5 milhão de reais em caixa 2 para suas campanhas.

Atua como jornalista desde 2017. Passou pela redação da Revista Veja, onde cobriu as editorias de Cultura, Política e Consumo.