Eleições 2020 SP: onde Guilherme Boulos mora?

A chapa do PSOL tem atribuído muito empenho na campanha eleitoral às periferias de São Paulo, onde o candidato mora

Eleições 2020 – O candidato a prefeito de São Paulo, filiado ao PSOL, Guilherme Boulos, mora em um casa comum no Jardim Catanduva, bairro do Campo Limpo, na capital paulista. No extremo sul de SP, foi para este local que se mudou, depois de casar-se com Natalia Szermeta.

Dentre os candidatos a prefeito, Boulos é único que mora na periferia. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o candidato contou que não pretende sair do Campo Limpo, e sim, levar a prefeitura até os bairros afastados do centro.

Além disso, no início da campanha eleitoral, o candidato chegou a esclarecer alguns fatos sobre sua vida pessoal e como ativista, em um quadro chamado “#CafeComBoulos” no Twitter, esclarecendo boatos que alegavam sua residência em um condomínio de luxo. Veja:

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Veja também: quem é Guilherme Boulos e quais seus objetivos como prefeito!

Propostas de Boulos para periferia de SP

Que as propostas de Boulos têm um foco maior na comunidade e periferias não é novidade. Inclusive, na campanha eleitoral do segundo turno das eleições 2020, a chapa do PSOL tem se empenhado muito para conquistar os eleitores das comunidades mais pobres, principalmente os apoiadores do PT e PCdoB – partido dos candidatos derrotados no primeiro dia de votação.

Boulos mora no Campo Limpo, periferia de São Paulo
Foto: Guilherme Boulos em sua casa, no Campo Limpo (Foto: Eduardo Knapp/reprodução da FolhaPress)

Veja algumas das propostas do candidato, retiradas do plano de governo disponível no DivulgaCandContas do TSE:

  • Garantir ao acesso às pessoas excluídas da dinâmica imobiliária às oportunidades urbanas: produção focada para serviço de moradia social e população com renda até 1 salário mínimo;
  • Induzir uma cidade mais compacta e ambientalmente equilibrada: impedir a proliferação de periferias cada vez mais distantes, com políticas de inclusão social;
  • Retomar a função social da empresa, dos serviços comunitários nas periferias;
  • Estabelecer metas para a progressiva implementação, de um sistema de rede sem fio que garanta internet pública, gratuita e de qualidade para redes móveis de alta velocidade em todo o município (começando pelos bairros populares de periferias precariamente atendidos pelo sistema privado de telefonia móvel e internet);
  • Incentivar e oferecer condições para a organização produtiva de mulheres em condições de vulnerabilidade social em suas localidades;
  • Criação de casas de mulheres nas regiões periféricas, para que estas se tornem visíveis e tenham voz;
  • Criar uma rede de defesa desta população, com medidas preventivas e protetivas socioeconômicas, com educação, cultura e lazer desde a periferia da cidade;
  • Construção de quadras poliesportivas e reforma dos campos de várzeas nas periferias, com iluminação sustentável, utilizando a energia solar, promover a organização de campeonatos regionais e municipais, com disputas das equipes de seus respectivos bairros;
  • Criar projetos de assistência social, econômica e educacional ao segmento de protetores de animais em situação de vulnerabilidade, principalmente nas periferias e em áreas próximas a unidades de conservação ambiental.

Veja também: Covas tem 48% e Boulos 32%, diz pesquisa XP/Ipespe.

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