Marco Furlan: quem é o ator de novelas preso por suspeita de estupro de criança
Caso aconteceu no interior de São Paulo
Ator Marco Furlan está preso - redes sociais
O ator Marco Furlan, de 48 anos, foi preso em flagrante na madrugada de domingo (2), em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo. Ele é investigado por suspeita de estupro de vulnerável contra uma criança de 5 anos durante uma festa de aniversário. O caso segue sob segredo de Justiça e a prisão foi mantida após audiência de custódia.
Quem é Marco Furlan?
Marco Furlan trabalhou em séries, novelas, peças de teatro e comerciais de TV. Um de seus papéis mais conhecidos foi o de Heitor, na segunda temporada da série Aline, da Globo, exibida entre 2009 e 2011. Também integrou o elenco da série Mulher de Fases e participou do programa Escola do Amor, da Record.
Além da televisão, o ator fez campanhas para marcas como Cacau Show, Toddynho, Unimed, Campari, Renner e AXN. Após a divulgação do caso, algumas dessas peças publicitárias deixaram de ser exibidas nas redes sociais.
Nos últimos anos, Furlan também passou a frequentar eventos voltados ao universo do true crime, participando de lançamentos de livros e encontros sobre o tema.
O que diz a investigação?
Segundo o boletim de ocorrência, a criança começou a chorar durante a festa, o que chamou a atenção dos convidados. A mãe e outras pessoas foram até o cômodo onde ela estava e acionaram a Polícia Militar.
Ainda de acordo com o registro, houve um princípio de tumulto após a descoberta da situação. Para evitar agressões, convidados mantiveram o suspeito em um dos cômodos da casa até a chegada dos policiais.
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que Marco Furlan foi preso em flagrante por suspeita de estupro de vulnerável. A Justiça manteve a prisão, e a Polícia Civil pediu autorização para apreender celulares, computadores e outros equipamentos eletrônicos do ator como parte da investigação.
Até a última atualização do caso, Marco Furlan ainda não havia apresentado defesa no processo, e seus representantes não haviam se manifestado publicamente.