Cotação do dólar hoje 23/03 – Moeda fecha em R$ 5,51 e fica estável

O dólar foi bastante influenciado pelo cenário exterior, com ênfase na China e Turquia. Já os países emergentes tiveram uma desvalorização em comparação a moeda norte-americana.

A cotação do dólar hoje (23/03/2021) fechou o dia em estabilidade, após variações. A véspera, que também foi marcada por instabilidades que resultaram na valorização na moeda norte-americana, foi diferente que aconteceu nesta terça-feira. O dólar terminou a sessão vendido a R$ 5,516, com recuo de 0,04%.

De acordo com informações da Agência Brasil, o dia foi de pressões do mercado internacional ante o real. Com isso, a cotação do dólar fechou praticamente estável hoje. O cenário global em meio a pandemia da Covid-19 foi o grande protagonista, e deixou investidores recuados em relação à moeda. Isso porque países, como a Alemanha, estão voltando a aderir restrições de isolamento social e até mesmo lockdown.

Já a moeda brasileira apresentou um desempenho positivo, na avaliação dos economistas. O real se sobressaiu, principalmente, em relação as outras moedas de países emergentes. A nova taxa Selic, definida pelo Copom e Banco Central (BC) na semana anterior, ainda reverbera nas negociações. Tal informação foi adiantada pelo jornal DCI, que conversou com o professor de MBAs da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Mauro Rochlin.

Segundo Mauro, o aumento dos juros básicos atraí o mercado internacional, o que influencia também na cotação do dólar. “É esperado atrair mais capital estrangeiro, que costuma correr atrás de juros mais altos. A taxa maior garante que o cenário aos investidores seja mais convidativo”, explicou.

Cotação do dólar hoje 23/03/2021 – Ações

Cotação do dólar hoje

A cotação do dólar hoje teve como resposta o mercado de ações com perdas significativas. O próprio índice brasileiro, Ibovespa, da B3, fechou a terça-feira aos 113.262 pontos, com recuo de 1,49%. Já nos Estados Unidos, as bolsas também caíram, apesar da redução das taxas dos títulos do tesouro norte-americano.

Os analistas ouvidos pela agência internacional Reuters, também destacaram a desvalorização da China. O país sofreu sanções de grandes economias por abusos de direitos humanos. A demissão do presidente do BC da Turquia também impulsionou as transações ligadas as moedas emergentes ou as commodities.

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