10 jogadores que podem deixar a Seleção Brasileira após perder a Copa de 2026
Copa do Mundo de 2030 deve ter nova geração de jogadores do Brasil
Parte do elenco do Brasil não volta para a próxima Copa - Getty
A derrota do Brasil por 2 a 1 para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 deve marcar o fim de um ciclo na Seleção Brasileira. Além da eliminação precoce, o resultado abre caminho para uma ampla reformulação visando o Mundial de 2030. Confira quem pode se despedir da Seleção Brasileira após a Copa de 2026.
Neymar
A principal despedida deve ser a de Neymar. Aos 34 anos, o camisa 10 voltou a defender a Seleção depois de um longo período afastado por lesões, mas teve participação limitada no Mundial. Ele entrou em campo apenas na reta final da campanha e marcou, de pênalti, o único gol brasileiro na derrota para a Noruega.
Após a eliminação, Neymar confirmou que sua trajetória com a camisa da Seleção chegou ao fim.
“Eu tentei. Eu tentei. Agora acabou. Aqui é o começo do futebol internacional, aqui eu terminei”, afirmou em entrevista à TV Globo.
O atacante encerra uma trajetória iniciada em 2010, disputando quatro Copas do Mundo (2014, 2018, 2022 e 2026) e consolidando-se como um dos maiores jogadores da história da Seleção Brasileira.
Casemiro
Casemiro também viveu um clima de despedida durante a competição. Aos 34 anos, o volante segue como uma das principais lideranças do grupo, mas dificilmente chegará em condições de disputar outra Copa do Mundo aos 38.
Depois de mais de uma década como referência no meio-campo brasileiro, a tendência é que abra espaço para uma nova geração de volantes.
Danilo
Capitão em diversos momentos do ciclo, Danilo foi um dos jogadores mais experientes do elenco de Carlo Ancelotti. Aos 34 anos, encerra a Copa como uma das principais lideranças do vestiário.
A expectativa é que o lateral dê lugar a atletas mais jovens no planejamento para 2030.
Marquinhos
Marquinhos participou de diferentes gerações da Seleção Brasileira e foi um dos pilares do sistema defensivo durante vários ciclos.
Embora ainda atue em alto nível, o zagueiro terá 36 anos na próxima Copa do Mundo, cenário que torna improvável uma nova participação no torneio.
Weverton
Convocado como o goleiro mais experiente do grupo, Weverton chegou à Copa aos 38 anos. Mesmo mantendo bom rendimento no futebol brasileiro, a idade faz com que sua presença em um novo Mundial seja considerada bastante improvável.
Alisson
Titular da Seleção durante praticamente toda a última década, Alisson construiu uma trajetória sólida defendendo o Brasil em grandes competições. Em 2030, porém, terá 37 anos, e a tendência é que a comissão técnica inicie a renovação da posição nos próximos anos.
Ederson
Ederson completa o trio de goleiros veteranos da Seleção. Aos 32 anos durante a Copa de 2026, ainda atua em alto nível, mas chegará ao próximo Mundial com 36 anos.
A expectativa é que novos nomes passem a disputar a posição ao longo das próximas Eliminatórias.
Fabinho
Companheiro de Casemiro em diferentes momentos do ciclo, Fabinho também aparece entre os jogadores que podem encerrar sua história na Seleção.
Aos 34 anos, o volante deve perder espaço para atletas mais jovens no processo de renovação.
Douglas Santos
Douglas Santos foi convocado para oferecer experiência e equilíbrio à lateral esquerda, mas dificilmente permanecerá como opção para um novo ciclo de quatro anos.
Em 2030, o defensor terá 36 anos, idade considerada elevada para a posição.
Alex Sandro
Alex Sandro completa a lista dos veteranos que podem se despedir da Seleção Brasileira. Presente em diferentes ciclos, o lateral-esquerdo encerra a Copa de 2026 aos 35 anos.
Caso confirme a saída da equipe nacional, deixará como legado anos de regularidade e experiência em competições internacionais.
Renovação deve marcar o ciclo até 2030 na Seleção Brasileira
Com a eliminação na Copa do Mundo de 2026, a Confederação Brasileira de Futebol deve iniciar uma reformulação profunda no elenco. A tendência é que jogadores como Vinícius Júnior, Rodrygo, Endrick, Estêvão, Gabriel Martinelli, Rayan, Gabriel Magalhães, Bremer e outros atletas mais jovens assumam protagonismo nas Eliminatórias e na preparação para o Mundial de 2030.
A troca de geração já era esperada, mas a queda diante da Noruega acelera esse processo e pode representar o encerramento definitivo de uma das gerações mais vitoriosas e experientes da história recente da Seleção Brasileira.