BBB 21: Karol Conká, uma vilã para marcar a história do reality

A história ainda reconhecerá o papel de Karol Conká no BBB. Consolidada como a vilã da 21ª edição do programa, a rapper sacrificou uma carreira em prol do entretenimento.

A história ainda reconhecerá o papel de Karol Conká no BBB 21. Consolidada como a vilã da edição, a rapper sacrificou uma carreira em prol do entretenimento. Isso só prova que nem toda heroína usa capa. Às vezes, basta uma câmera e o distanciamento da assessoria.

Atitudes questionáveis, adulteração da realidade, manipulação de votos, chantagem emocional, fofocas, intrigas e tantos outros comportamentos deploráveis. A intérprete de “Tombei” completou toda tabela do bingo. Nada do que a gente não espera de um participante de reality.

Mas ela foi além. Todas as confusões tiveram o dedo da rapper curitibana. Todas as histórias construídas dentro da casa mais vigiada passaram pelo seu crivo. É a própria juíza da porta do inferno.

Tenor

Resultado de tudo isso é a espiral de sentimentos que Karol Conká despertou no público. Foi necessário a dona Rede Globo procurar uma maneira de amenizar a imagem dela com as pessoas e com quem paga gloriosas quantias por alguns minutos de atenção. A vilã carismática saiu da cartola e, tudo indica, que essa mágica não passou de apenas um traque.

Qual o futuro do BBB 21 sem Karol Conká?

É acertado apontar Karoline dos Santos Oliveira como a próxima ex-BBB. Porém, o que é difícil é apontar o futuro dessa 21ª edição. Por mais que quem assista acaba pegando ojeriza de quem inferniza a todos, é notório que quem dá o tom são esses seres abjetos, que muitas vezes personificam o comportamento do próprio público.

Dentro da casa, há outros participantes que querem ocupar esse cargo que estará vago a partir de quarta-feira. Mas, tudo indica, que não terão tamanha disposição pela rejeição unânime. Uma pena.

Karol provou que é possível ser a protagonista do programa mesmo sem a aprovação do público. O que nos resta é torcer pelo o desenvolvimento de outros personagens que estão em suas moitas. Mas será que teremos a honra de odiá-los tanto quanto Conká?

 

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