Ex-de Nívea Stelmann, Mario Frias é casado com quem?
Ator é casado há quase 20 anos
Foto: redes sociais
Alvo de uma operação da Polícia Federal nesta quinta-feira (10), que investiga suspeitas de desvio de recursos públicos relacionados ao filme “Dark Horse”, o deputado federal e ex-ator Mario Frias voltou a chamar atenção. O político, que foi casado com a atriz Nívea Stelmann, atualmente é casado com quem?
Quem é a esposa de Mario Frias?

Juliana Camatti é publicitária e mantém um relacionamento com Mario Frias há quase duas décadas. Os dois começaram a namorar em 2006 e se casaram em 31 de janeiro de 2008. O casal tem uma filha, Laura.
Frias também é pai de Miguel, de 21 anos, fruto do casamento com Nívea Stelmann. Após a separação, os dois mantiveram uma relação de convivência por causa do filho.
Mario Frias e Nívea Stelmann começaram a namorar no início dos anos 2000 e oficializaram o casamento em 2003. Em 2004, nasceu Miguel, único filho do casal.
A união terminou em 2005. Mesmo após a separação, os dois mantiveram uma relação de amizade e convivência por causa do filho.
Em 2026, Nívea voltou a falar sobre o ex-marido e afirmou que mantém carinho e amizade por ele, embora tenha deixado claro que não concorda com algumas de suas posições políticas.
Os dois chegaram a trabalhar juntos novamente em “Verão 90”, em 2019, quando interpretaram um casal na novela.
Novelas de Mario Frias
Muito antes de entrar para a política, Mario Frias construiu carreira como ator. Sua estreia na televisão aconteceu em 1996, no seriado “Caça-talentos”, da TV Globo, protagonizado por Angélica.
A projeção nacional veio em “Malhação”, a partir de 1999, quando interpretou Rodrigo. O personagem fez Frias se tornar um dos galãs daquela geração.
Depois do sucesso na novela adolescente, o ator participou de outras produções da Globo, entre elas “As filhas da mãe” (2001), “O quinto dos infernos” (2002) e “Senhora do destino” (2004), novela em que interpretou o deputado Thomas Jefferson.
O personagem era um político envolvido em corrupção e acabou se tornando um dos papéis mais lembrados da carreira de Frias.
O ator também passou por outras emissoras. Na Band, participou de “Floribella” (2006). Na Record, esteve em “Bela, a feia” (2009) e “A terra prometida” (2016). Em 2014, voltou a atuar em “Malhação”, dessa vez como Renê. Em 2019, participou de “Verão 90”, da Globo – seu último trabalho na emissora.
Além da atuação, Frias trabalhou como apresentador. Em 2010, comandou o game show “O último passageiro”, na RedeTV!. Na mesma emissora, apresentou “Super Bull Brasil”, programa dedicado ao universo country.
Em 2017 e 2018, esteve à frente do programa “Tô de férias”, da CVC, exibido pelo SBT.
Na RedeTV!, também apresentou “A melhor viagem”, acumulando funções de diretor e produtor executivo.
Frias também tentou seguir carreira na música. Em 2003, chegou aos palcos com a banda Zero, mas o projeto não teve continuidade. Depois, formou a banda Mario Frias e os Mangas, voltada ao pop-rock. O grupo se apresentou em casas noturnas do Rio de Janeiro e tinha no repertório covers de artistas como Ben Harper e Rihanna.
Mario Frias é alvo de operação da PF sobre “Dark Horse”
Nesta quinta-feira (10), Mario Frias foi alvo da Operação Make Up, deflagrada pela Polícia Federal para investigar suspeitas de desvio de recursos públicos relacionados ao filme “Dark Horse”, produção sobre a trajetória de Jair Bolsonaro.
A operação cumpre 49 mandados de busca e apreensão em quatro estados e no Distrito Federal. Frias, que atualmente é deputado federal pelo PL-SP, atuou como produtor-executivo e roteirista do filme.
A investigação apura o possível uso irregular de emendas parlamentares destinadas a entidades ligadas à produção. Uma auditoria da Controladoria-Geral da União apontou suspeitas envolvendo uma emenda de R$ 2 milhões indicada por Frias para entidades relacionadas à produtora do filme.
A ação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e também conta com a participação da CGU.
A PF investiga suspeitas de crimes como peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e irregularidades em licitações.
Frias nega as acusações. Em manifestação anterior ao STF, o deputado afirmou que as emendas destinadas às entidades não tinham relação com qualquer produção cinematográfica.