Próximo feriado prolongado em 2022: folga emendada só em novembro

O feriadão emendado vai cair no fim do ano

Se você já está procurando no calendário qual o próximo feriado prolongado em 2022, a notícia pode não ser muito animadora. A folga prolongada, que acontece quando uma data comemorativa cai em uma quinta-feira ou terça-feira, só vai cair em novembro. Então veja a programação do ano e entenda a diferença entre feriado e ponto facultativo.

Próximo feriado prolongado 2022

Para a tristeza de muitos brasileiros, o próximo feriado prolongado em 2022 vai ser só no dia 15 de novembro, em que é celebrado o dia da Proclamação da República. Por cair em uma terça-feira, há a possibilidade de emenda com a segunda. A data também é a última oportunidade de ter um descanso mais estendido neste ano.

No entanto, algumas pessoas podem ter mais uma chance de folga no primeiro semestre de 2022. Apesar de ser considerado ponto facultativo pelo calendário oficial, o dia de Corpus Christi, em 16 de junho, é decretado como feriado em diversos estados e municípios do Brasil. Além disso, como ele será numa quinta-feira, também é possível aumentar ainda mais o tempo de descanso.


Qual a diferença entre feriado e ponto facultativo?

Como o próprio nome diz, o ponto facultativo é uma data opcional, ou seja, fica a cargo da empresa decidir se será um dia de trabalho ou não. Todo ano, o governo federal publica uma portaria definindo quais dias entram nessa classificação, que costumam ser datas comemorativas ou históricas mas que não se enquadram como feriado nacional.

Dessa forma, diferentemente dos feriados, nos pontos facultativos não é obrigatório que as empresas do setor privado dispensem seus funcionários. No setor público, a folga nesses dias é mais comum, como acontece, por exemplo, com escolas municipais e estaduais.


O que foi a Proclamação da República

Próximo feriado prolongado 2022
Foto: reprodução/arquivo tv brasil

O próximo feriado prolongado em 2022 comemora o dia da Proclamação da República. Esse ato foi realizado em 15 de novembro de 1889, como uma das consequências da crise da monarquia no Brasil. O ano de 1870 marcou o início da decadência do regime monárquico, com o fim da Guerra do Paraguai. Esse sistema já se encontrava incapaz de atender os interesses e demandas da sociedade brasileira, o que deu força para que novos atores e ideias surgissem por meio do movimento republicano. Assim, foi formado um grupo que organizou o golpe contra a monarquia.

Em meio a essa crise, estava a exigência pela modernização, que fez com que muitos civis e militares vissem o sistema republicano como algo que solucionaria o país, e passaram a reivindicar a ideia. Outro motivo que deu força ao movimento republicano foi o abolicionismo, que mobilizou a sociedade na década de 1880, em que muitos abolicionistas defendiam a instituição da República.

Diante da insatisfação com o sistema monárquico em diferentes camadas da sociedade, manifestações públicas começaram a ser cada vez mais comuns, com críticas ao imperador. Como resultado desse desenrolar, no dia 15 de novembro foi realizado o golpe contra a monarquia, quando o marechal Deodoro da Fonseca e tropas foram até o quartel-general localizado no Campo do Santana. Já a proclamação da República em si ocorreu na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, anunciada pelo vereador José do Patrocínio.

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