Bolsa Família de novembro e dezembro antecipado; veja quando o dinheiro cai na conta
Beneficiários começam a receber dia 16
Os pagamentos do Bolsa Família de novembro de 2026 já têm datas definidas. Os depósitos do benefício começam no dia 16, uma segunda-feira, e seguem até 30 de novembro. Como acontece tradicionalmente, o dinheiro será liberado conforme o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) de cada beneficiário.
O cronograma foi organizado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS). Para saber quando poderá movimentar o dinheiro, o responsável familiar deve conferir o número final do NIS impresso no cartão do programa.
Neste mês, os depósitos serão distribuídos ao longo de dez dias de pagamento. Confira abaixo todas as datas para não perder o dia de recebimento.
Calendário do Bolsa Família de novembro de 2026
O primeiro grupo contemplado pelo Bolsa Família será formado pelas famílias com NIS terminado em 1, que terão acesso ao benefício em 16 de novembro. Os demais pagamentos acontecem nos dias úteis seguintes, respeitando a sequência estabelecida pelo governo federal.
Veja o calendário completo:
| Final do NIS | Data de pagamento |
|---|---|
| 1 | 16 de novembro |
| 2 | 17 de novembro |
| 3 | 18 de novembro |
| 4 | 19 de novembro |
| 5 | 23 de novembro |
| 6 | 24 de novembro |
| 7 | 25 de novembro |
| 8 | 26 de novembro |
| 9 | 27 de novembro |
| 0 | 30 de novembro |
Os pagamentos não acontecem aos sábados e domingos. Por isso, depois da liberação para o NIS final 4, em 19 de novembro, o calendário é retomado na segunda-feira, dia 23.
Em dezembro, os pagamentos também serão antecipados e terão início no dia 10. Os beneficiários com NIS de final 1 receberão nessa data, enquanto aqueles com NIS de final 2 terão o depósito liberado em 11 de dezembro. Já os demais beneficiários, com NIS de finais 3 a 0, receberão no dia 14 de dezembro, data que encerra o calendário do mês.
Qual é o valor do Bolsa Família?
O valor recebido por cada família depende da quantidade de integrantes e das condições previstas nas regras do programa.
O benefício tem uma parcela básica e pagamentos adicionais destinados a públicos específicos. Entre eles estão:
- Benefício Primeira Infância: adicional de R$ 150 por criança com idade inferior a sete anos;
- Benefício Variável Familiar: acréscimo de R$ 50 para gestantes, nutrizes e crianças e adolescentes de 7 a 18 anos incompletos;
- Benefício Variável Familiar Nutriz: adicional de R$ 50 para famílias com bebês de até seis meses, conforme as regras do programa.
O valor final é calculado de acordo com a composição familiar e os benefícios aos quais o grupo tem direito.
Como consultar o pagamento pelo Caixa Tem?
Os beneficiários podem verificar a liberação do dinheiro pelo aplicativo Caixa Tem, disponível gratuitamente para celulares Android e iOS.
Depois de acessar a conta com CPF e senha, basta consultar o saldo e o extrato para conferir se a parcela mensal já está disponível.
O dinheiro também pode ser movimentado com o cartão do programa, utilizado para compras na função débito ou retirado em caixas eletrônicos da Caixa Econômica Federal, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui.
Quem tiver dúvidas sobre o pagamento pode entrar em contato com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social pelo telefone 121. Outra opção é procurar os canais de atendimento da Caixa, pelo número 111.
Quem pode receber o Bolsa Família?
Para participar do programa, a principal exigência é que a renda mensal por pessoa da família seja de até R$ 218.
O grupo também precisa estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico), com as informações atualizadas. A inscrição, por si só, não garante a entrada imediata no Bolsa Família, já que a seleção das famílias é realizada pelo governo federal.
Depois de incluídas, as famílias precisam cumprir compromissos relacionados à saúde e à educação, como manter a frequência escolar de crianças e adolescentes e realizar o acompanhamento de saúde de gestantes e crianças.
O cadastro deve ser atualizado sempre que houver mudanças na renda, no endereço ou na composição familiar. Mesmo sem alterações, a orientação é fazer a revisão das informações no máximo a cada 24 meses.