Que dia começa o pagamento do Bolsa Família? Veja calendário de junho 2026

Depósito é conforme o número final do NIS de cada beneficiário.

O pagamento do Bolsa Família de junho de 2026 começa nesta quarta-feira, 17 de junho, para os beneficiários com NIS final 1. Como ocorre todos os meses, a Caixa Econômica Federal libera os valores de forma escalonada, seguindo o último dígito do Número de Identificação Social. Veja o calendário deste mês.

Calendário do Bolsa Família de junho de 2026

Neste mês de junho, os depósitos do Bolsa Família acontecem de 17 até 30 de junho, quando recebem as famílias com NIS final 0. O calendário oficial foi definido pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, que organiza os repasses nos últimos dez dias úteis de cada mês, com exceção de dezembro, quando há antecipação por causa das festas de fim de ano. (Serviços e Informações do Brasil)

O benefício é pago às famílias inscritas no Cadastro Único que atendem aos critérios de renda do programa. A movimentação pode ser feita pelo aplicativo Caixa Tem, em casas lotéricas, terminais de autoatendimento, correspondentes Caixa Aqui e agências da Caixa. Veja quando o benefício cai na conta, de acordo com o final do NIS:

NIS final 1: 17 de junho
NIS final 2: 18 de junho
NIS final 3: 19 de junho
NIS final 4: 22 de junho
NIS final 5: 23 de junho
NIS final 6: 24 de junho
NIS final 7: 25 de junho
NIS final 8: 26 de junho
NIS final 9: 29 de junho
NIS final 0: 30 de junho

Qual é o valor em junho?

O Bolsa Família mantém o valor mínimo de R$ 600 por família, mas o pagamento pode ser maior conforme a composição familiar. Além da parcela base, o programa prevê adicionais para crianças, adolescentes, gestantes e mães de bebês pequenos.

Entre os complementos previstos estão o adicional de R$ 150 por criança de até 6 anos e o pagamento de R$ 50 para gestantes, nutrizes e dependentes de 7 a 18 anos, conforme as regras do programa. (Agência Brasil)

Por isso, duas famílias podem receber valores diferentes no mesmo mês. O total depende da renda declarada no Cadastro Único e da quantidade de pessoas que se enquadram nos benefícios adicionais.

A consulta pode ser feita pelos canais oficiais da Caixa e do governo federal. O beneficiário pode verificar a situação do pagamento pelo aplicativo Bolsa Família, pelo Caixa Tem ou pelo telefone 111, da Caixa.

Também é possível buscar atendimento pelo número 121, do Ministério do Desenvolvimento Social. Para evitar golpes, a orientação é não informar senhas, códigos de acesso ou dados bancários em links recebidos por mensagem.

Quem teve mudança de endereço, renda, escola das crianças ou composição familiar deve atualizar o Cadastro Único no CRAS ou no setor responsável pelo CadÚnico no município. Dados desatualizados podem levar ao bloqueio ou suspensão do benefício.

Quem criou o Bolsa Família?

O Bolsa Família foi criado no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, por meio da Medida Provisória nº 132, de 20 de outubro daquele ano. Depois, o programa foi convertido na Lei nº 10.836, sancionada em 9 de janeiro de 2004, que instituiu oficialmente a transferência de renda com condicionalidades. (Portal da Câmara dos Deputados)

Na época, a proposta unificou ações sociais já existentes, como Bolsa Escola, Bolsa Alimentação, Auxílio Gás e Cartão Alimentação. O objetivo era concentrar os pagamentos em um programa nacional voltado às famílias em situação de pobreza e extrema pobreza.

Em 2021, o Bolsa Família foi substituído pelo Auxílio Brasil. Já em 2023, o programa voltou a se chamar Bolsa Família, com novas regras previstas na Lei nº 14.601/2023, que reorganizou o benefício e manteve a transferência direta de renda às famílias elegíveis. (Planalto)

O Bolsa Família é voltado a famílias inscritas no Cadastro Único e que se enquadram no limite de renda definido pelo programa. Pela regra atual, têm direito as famílias com renda mensal por pessoa de até R$ 218, desde que cumpram as demais exigências previstas pelo governo federal. (Senado Federal)

Além da renda, os beneficiários precisam manter compromissos nas áreas de saúde e educação. Entre eles estão a frequência escolar de crianças e adolescentes, o acompanhamento do calendário de vacinação e o pré-natal para gestantes.

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