Comprar, alugar ou assinar energia solar?

A energia solar distribuída está em rápida expansão em todo o mundo. Nesse sentido, ela também vem crescendo no Brasil, mesmo durante a pandemia. Além disso, com a crise hídrica, a energia solar pode ajudar no crescimento da oferta de energia elétrica e na redução no uso da água dos reservatórios das hidrelétricas.

De fato, a energia solar distribuída já atingiu a 6,7 GW de potência instalada! Essa capacidade de geração solar está espalhada em mais de 580 mil instalações em 5.356 municípios brasileiros. Nesse sentido, mais de 728 mil consumidores estão produzindo sua própria energia solar e economizando na sua conta de luz.

Caso você ainda esteja em dúvida sobre a energia solar, conheça as diferentes formas para participar dessa jornada sustentável. Entenda as vantagens e desvantagens. Compare e decida. Certamente, você não pode ficar fora dessa!

Comprar, alugar ou assinar energia solar?

Desde 2012, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estabeleceu as bases regulatórias que possibilitaram que todos os brasileiros possam gerar sua própria energia elétrica. E desde então, a energia solar é a principal escolha dos consumidores. Afinal, a energia solar responde por 97% da capacidade de geração distribuída no Brasil.

A compra e a instalação das placas fotovoltaicas foi o modelo pujante inicial. Milhares de famílias e empresas investiram na aquisição de equipamentos com o objetivo de gerar sua própria energia. Uma residência típica exigia um investimento entre R$ 20 e 25 mil. O retorno de investimento girava em torno de 5 anos, dependendo das condições técnicas, tarifas locais e outros elementos.

Em seguida, surgiu o modelo de aluguel de equipamentos que foi adotado principalmente por consumidores comerciais. Esse modelo interessante foi uma evolução natural do aluguel de equipamentos para grandes eventos. Esses equipamentos exercem papel importante garantindo o suprimento de energia, mesmo em caso de queda da rede elétrica da distribuidora local.

Mais recentemente observamos o modelo de energia solar por assinatura. Os consumidores residenciais, comerciais e industriais podem agora compartilhar uma fazenda solar. Dessa forma, eles economizam na conta de luz e contribuem com o meio ambiente, sem a necessidade de investir na compra de equipamentos e sem a dor de cabeça com a manutenção, operação e reparo de equipamentos alugados.

Quais as vantagens e desvantagens?

Cada uma das opções apresentam pontos fortes e fracos. Entenda quais são as vantagens e desvantagens de cada opção para você ter sua energia solar.

A compra e instalação de um kit fotovoltaico residencial é interessante quando você dispõe de capital para investir na aquisição de equipamentos. Se você está buscando a maior redução possível dos gastos de energia elétrica, provavelmente essa é uma boa opção. No entanto, o maior retorno, vem acompanhado dos maiores riscos. Dentre os principais riscos, elencamos o risco de engenharia, o risco de operação e manutenção, além de eventuais riscos de mercado e regulatório.

O aluguel de equipamentos é um modelo intermediário. Afinal, nesse modelo você não compra o risco tecnológico e pode estar sempre atualizado com os equipamentos mais eficientes e resilientes. No entanto, você ainda está submetido a eventuais riscos contratuais vinculados a performance operacional dos equipamentos.

Finalmente, a energia solar por assinatura permite a eliminação dos riscos e a simplificação da adoção da energia solar. A contrapartida é que você compartilha a fazenda solar e os benefícios com os outros envolvidos. Por exemplo, a Sunwise, uma empresa especializada no tema de energia solar por assinatura, oferece descontos de 15% na conta de luz e proteção contra bandeiras tarifárias, que aumentam as economias durante a crise hídrica.

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