Boletim Focus projeta inflação em 3,54% para 2020, segundo BC

A taxa de inflação 2020 é projetada pelo Banco Central, que realiza publicações periódicas sobre os indicadores da economia brasileira.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 3,45% para 3,54%, segundo o Boletim Focusdo Banco Central. A publicação de hoje (30) estima que assim como a  taxa de inflação 2020, a alíquota seguirá em alta em 2021. Sendo assim, o documento que aponta semanalmente as projeções da economia registra a 16ª elevação consecutiva do índice.

Contudo, o percentual está abaixo da meta de inflação pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 4,00% neste ano. Além disso, a alíquota tem limites inferior de 2,5% e superior de 5,5%. Ou seja, a projeção do Boletim Focus registra que a taxa da inflação está dentro das projeções do Banco Central para 2020.

Além disso, a publicação declara que o mercado financeiro ajustou a previsão de queda da economia brasileira de 4,55% para 4,50%. Porém, há expectativas de crescimento para os próximos anos, sendo assim, de 3,45% em 2021. Mas também, a expansão de 2,50$ do Produto Interno Bruto (PIB) entre 2022 e 2023.

Por fim, segundo o relatório,  a cotação do dólar deve permanecer em R$ 5,36.

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Projeções da Inflação 2020 – Taxa Selic

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. Ela é a base de juros para empréstimos, investimentos e até interfere diretamente no consumo da população, já que influencia no valor dos produtos. A saber, a sigla Selic é a abreviação de Sistema Especial de Liquidação e Custódia.

Além disso, a taxa Selic auxilia no controle da inflação. Sendo assim, o Copom é o órgão, do Banco Central, responsável por alterar a taxa básica de juros periodicamente. Atualmente, a taxa básica de juros está em 2,00% ao ano, de forma estável desde agosto.

Segundo o Banco Central, pelo Boletim Focus, a expectativa é de que a Selic esteja em 3% ao ano em 2021. Além disso, também apresenta estabilidade o percentual previsto para o fim de 2022, em 4,5% ao ano, e para o fim de 2023, em 6% ao ano.

*Com informação de Agência Brasil

 

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