Teto de benefícios do INSS pode chegar a R$ 6.351,20 em 2021

O teto de benefícios do INSS tem reajuste anual com base na correção do salário mínimo. O índice da inflação também tem influência.

O teto de benefícios do INSS deve ter reajuste em 2021. Isso porque tem como base o valor do salário mínimo, mas também da inflação. Sendo assim, o valor máximo de pagamento aos beneficiários do INSS pode chegar a R$ 6.351,20.

Além disso, o piso dos benefícios do INSS também sofrerá reajustes ano que vem, assim como o valor do teto.

A projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) será de 4,10% para o ano que vem. A estimativa é da Secretaria de Política Econômica, do Ministério da Economia, divulgada na última terça-feira (17).

Benefícios do INSS

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O reajuste do salário mínimo influencia diretamente os valores dos direitos previdenciários e asssistenciais, sendo assim o piso e o teto dos benefícios do INSS. O salário mínimo de 2021 deve ficar em R$ 1.087,85, com a correção da inflação de 4,10%, segundo o INPC.

Dessa forma, os benefícios que podem ter o reajuste serão:

Contudo, o valor das contribuições ao INSS também devem aumentar. Por exemplo, no plano simplificado os contribuintes individuais recolhem 11% do salário mínimo. Atualmente isso resulta em R$ 114,95 por mês. Em 2021, o valor deve ficar em R$ 119,66 mensalmente.

Além disso, as contribuições do microempreendedor individual também terão reajuste. O MEI deve pagar 5% sobre o valor do salário mínimo para o INSS. Em 2020, esse resultado é de R$ 52,25. Já no ano que vem, deve ficar em R$ 54,39.

Quem recebe o teto de benefícios do INSS?

O valor do recebimento de benefícios do INSS tem referência a alíquota de contribuição. Ou seja, quanto maior a porcentagem de contribuição sobre o salário do trabalhador, maior é o valor previdenciário.

Contudo, o teto de benefícios do INSS é o valor máximo que um trabalhador pode receber como direito previdenciário ou assistencial, como os auxílios.

No caso da aposentadoria, só recebe o teto quem contribuiu com a alíquota de 14% sobre o salário por 35 anos, no caso das mulheres, e 40 anos para os homens.

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