Taça da Copa do Mundo 2026: quanto vale o troféu?
O objeto mais almejado entre os jogadores de futebol tem quase 40 centímetros e mais de seis quilos.
Taça da Copa do Mundo. - Foto: Tania Rego/Agência Brasil
Sem dúvidas, o objeto mais cobiçado do futebol esse ano é a taça da Copa do Mundo 2026. Apenas a seleção campeã da disputa mundial poderá levantar o prêmio e ostentar a vitória, mas quanto vale o troféu da Copa? É possível fazer algumas estimativas de seu valor; confira.
Qual o valor da taça da Copa do Mundo 2026?
Feita pelo artista italiano Silvio Gazzaniga, a taça da Copa do Mundo no atual modelo é usada como troféu do campeonato desde 1970, quando substituiu a antiga Jules Rimet. Segundo veículo norte-americano Nacional News, o valor da taça, considerando apenas seu material, é de U$ 250,000.
O preço foi calculado com base nas taxas de cotação do ouro. No entanto, essa quantia se refere apenas ao material que o troféu foi concebido. Com relação a todo o simbolismo e o que a taça remete, a estimativa é que o troféu esteja avaliado em, aproximadamente, U$ 20 milhões.
A maior parte da taça da Copa do Mundo 2026 é feita em ouro, e chega a pesar mais de de 6 quilos, distribuídos em 36,8 centímetros. Em seu design, foram esculpidas figuras humanas que levantam o planeta Terra com as mãos.
O campeão recebe uma réplica do troféu e seu nome é gravado na base do original.
História da taça da Copa do Mundo
A primeira taça foi encomendada em 1928 pelo terceiro presidente da Fifa, o francês Jules Rimet. Segundo informações do site da Conmebol, Rimet foi o idealizador da Copa do Mundo e incumbiu o designer Abel Lafleur de criar o troféu do torneio.
Inicialmente, a taça foi projetada em ouro maciço, com 35 centímetros de altura e 3,8 quilos. O primeiro modelo da estatueta fazia referência à deusa da vitória, chamada Nike. Por isso, o objeto foi batizado de Vitória, mas anos mais tarde seu nome foi trocado para Jules Rimet, em homenagem ao idealizador do campeonato.
A Jules Rimet foi usada como troféu até o ano de 1970, nas disputas seguintes foi criado outro design. As seleções da Inglaterra (1966), Uruguai (1930 e 1950), Itália (1934 e 1938), Alemanha (1954) e Brasil (1958, 1962 e 1970).
Mas, em 1970, a Fifa definiu que a seleção que fosse campeã três vezes iria ganhar a taça definitivamente e poderia exibi-lá em suas vitrines. Como o Brasil foi tricampeão no mesmo ano, na Copa do México, a seleção levou o troféu para casa.
Roubo da taça no Brasil
A taça Jules Rimet foi roubada duas vezes em sua história. A primeira vez foi em 1966, na Inglaterra, mas foi encontrada no mesmo ano, enrolada em um papel.
O segundo sumiço aconteceu em 1983 no Brasil, quando a taça sumiu misteriosamente da sede da CBF. Até hoje a estatueta não foi localizada. Sem a original, a confederação encomendou uma réplica anos mais tarde.
Nova taça
O troféu que o torcedor conhece nos dias de hoje – a Taça da Copa do Mundo 2026 – surgiu pela primeira vez em 1974. Projetada pelo artista italiano Silvio Gazzaniga, em 1971, o troféu ficou maior e mais pesado.
Ele é feito de ouro 18 quilates com base em malaquita e mostra duas figuras humanas segurando a Terra. É um troféu que pesa 6.142 quilos, dos quais 5 são feitos de ouro.