Furnas contrata energia solar e eólica por 15 anos

A Eletrobras Furnas contratou 15 empreendimentos de energia solar e eólica, para comercialização a partir de 2024, totalizando 1 GWp de potência instalada, com investimento de R$ 4 bilhões distribuídos entre os estados da Bahia, do Ceará e da Paraíba.

A Eletrobras Furnas anunciou, nessa sexta-feira, dia 13/11, a contratação de 15 empreendimentos de energia solar, para comercialização a partir de 2024. Os 15 empreendimentos fotovoltáicos e eólicos somam 1 GWp de potência instalada, distribuídos entre os estados da Bahia, do Ceará e da Paraíba. Além disso, essa contratação deve envolver R$ 4,1 bilhões de investimentos por parte da iniciativa privada vencedora do leilão.

 

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Furnas compra 1gw de energia renovável para comercialização em 2024

Leilão para compra incentivada de fontes renováveis

A estatal buscava opções de compra de longo prazo de energia elétrica incentivada para comercialização no Ambiente de Contratação Livre. Nesse sentido, a estatal conseguiu contratar os novos empreendimentos através do leilão realizado na quinta-feira, 12/11.

Em suma, o investimento nos novos empreendimentos de fontes eólica e solar envolvem investimentos de cerca de R$ 4,1 bilhões. Nesse sentido, são  duas entregas de energia eólica e duas de solar nos submercados Sudeste/Centro-Oeste, Sul e Nordeste de 2024 a 2038.

 

O racional do leilão explicado pelos executivos da estatal

“O aumento da participação da energia solar e eólica na matriz elétrica é um fenômeno mundial. No Brasil, que tem uma das matrizes mais limpas do mundo, não pode ser diferente, pois ainda temos muito potencial a desenvolver. As empresas Eletrobras, com 96% da sua geração baseados na energia limpa, são importantes impulsionadoras da economia de baixo carbono”, afirmou o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior.“A partir deste certame, a empresa contribui com a expansão da oferta de energia no Brasil, por meio da viabilização de projetos no mercado livre, o que já se constitui como uma realidade e também uma tendência para o futuro. Nossa intenção é fazer bons negócios com a revenda de energia e ajudar na expansão do setor elétrico, mesmo sem participar diretamente da construção de novos empreendimentos”, concluiu Pedro Brito, presidente de Furnas.
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