Tarifa de energia elétrica alivia inflação para os mais pobres

Queda de 3,2% das tarifas de energia elétrica aliviou a inflação dos mais pobres e atenuou aumentos de outros itens, tais como: vestuário e higiene pessoal.

Recuo no preço de alimentos e na tarifa de energia elétrica aliviou inflação para os mais pobres. Enquanto alta no transporte pesou para os mais ricos. O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) aponta que as famílias com renda mais baixa sentiram uma inflação de 0,01% em outubro. Em contrapartida, o custo de vida aumentou 0,17% para as famílias mais abastadas.

Na média, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 0,10% em outubro. Esse movimento repete o efeito de setembro, quando a inflação das famílias de baixa renda, sendo o IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor — Classe 1), divulgado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) registrou taxa de -0,09% no mês, frente a 0,11% em agosto.

A queda de 3,2% das tarifas de energia elétrica e a leva retração de 0,03% dos preços dos alimentos nos domicílios justificam o alívio sobre a inflação dos mais pobres. Essas reduções de preços atenuaram altas de 0,19% da alimentação fora de casa, de 0,63% dos itens de vestuários e de 0,9% dos produtos de higiene pessoal.

A taxa de inflação das famílias de renda mais baixa (de até R$ 1.638,70/mês), acumulada em 12 meses até outubro de 2019 ficou em 2,67%, ainda mais elevada que a da faixa de consumidores mais ricos (renda familiar mensal acima de R$ 16.391,58), de 2,58% no período. O IPCA acumulado em 12 meses até outubro de 2019 foi de 2,54%.

 

 

 

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