Um quarto da água em SP traz riscos à saúde por fluoretação

O CONSELHO REGIONAL DE ODONTOLOGIA DE SÃO PAULO (CROSP), O CENTRO COLABORADOR DO MINISTÉRIO DA SAÚDE EM VIGILÂNCIA DA SAÚ

O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (Crosp), o Centro Colaborador do Ministério da Saúde em Vigilância da Saúde Bucal (Cecol/USP) e o Laboratório de Bioquímica da Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Unicamp (FOP/Unicamp) estão prestes a concluir o mais amplo levantamento sobre a fluoretação das águas dos municípios de São Paulo. Até o momento já foram coletadas amostras referentes a 99,2% (640) dos 645 municípios.

Se considerado o padrão adotado pela Secretaria de Saúde do Estado, cerca de um quarto da água analisada apresenta riscos à saúde.

Das 2.772 análises, 7,9% estão acima da faixa ideal, 16,67% apontam resultados abaixo do limite de 0.6 de concentração do flúor e 75,43% têm nível “adequado”, na faixa entre 0.6 e 0.8.

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