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SÃO PAULO - O Brasil se manteve na 98ª colocação no ranking mundial de empreendedorismo Global Entrepreneurship Index (GEI). Levando em conta a tendência de crescimento do País, a edição 2018 do estudo aponta que níveis mais altos de empreendedorismo deveriam ser atingidos.



O levantamento, promovido pela organização The Global Entrepreneurship and Development Institute (Gedi), com sede em Washington, EUA, mensurou o ecossistema empreendedor de 137 países. Apesar de cair uma posição em relação ao ano passado, o Chile é o destaque na América do Sul, na 19ª posição.



Entre os 14 pilares analisados na pesquisa estão fatores como capital humano, competitividade e internacionalização. Em um recorte somente com 24 países da América Central, do Sul e Caribe, os dois itens mais bem avaliados são inovações de produtos e habilidade das startups.



Entre os países vizinhos, o Chile é o melhor ranqueado e a Venezuela a pior, na 126ª posição. O principal programa de apoio do governo chileno ao empreendedorismo é o Startup Chile, que incentiva as empresas nascentes com ciclos de incubação e aceleração com duração entre três e doze meses.



Os líderes do GEI são, pela ordem, Estados Unidos, Suiça, Canadá, Reino Unido e Austrália. Irã e Bulgária se destacaram como as nações que mais ganharam posições em relação ao ano passado, saltando 13 colocações.



Considerando os 137 países, houve uma melhora de 3% nas notas em relação ao ano passado. O levantamento aponta que esse crescimento pode acrescentar US$ 7 trilhões à economia mundial, porque o apoio ao empreendedorismo é positivo para a atividade econômica de forma geral.



O ranking pode ser baixado na íntegra aqui