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Os números apontam um aumento de 12,7% no faturamento das empresas do mercado de fidelização, chegando aos R$ 3,7 bilhões nos seis primeiros meses do ano.

O levantamento da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF) foi divulgado ontem, pelo presidente da entidade, Roberto Chade, na abertura do 4º Fórum Brasileiro de Fidelização, realizado em São Paulo (SP).

Ao fim do primeiro semestre, o número de cadastros em programas de fidelidade em todo o Brasil alcançou 132 milhões, um crescimento de 9,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior. "A quantidade de cadastros é apenas um dos indicadores do desenvolvimento desse mercado. Estamos assistindo uma evolução grande com a chegada dos programas a novos mercados, com o aumento de empresas interessadas em serem parceiras, investimentos em tecnologias que melhoram processos de emissão e de resgate de pontos/milhas, assim como a análise de dados que torna os programas mais eficientes e relevantes", explica Chade.

Os pontos/milhas emitidos no semestre foram 149,7 bilhões, o que significa um aumento, também, de 9,4% sobre o primeiro semestre do ano passado. O total resgatado subiu 10,8%, passando de 117 bilhões no primeiro semestre de 2018 para 129,7 bilhões no primeiro semestre deste ano.

Seguindo como os itens preferidos dos participantes na hora do resgate, as passagens aéreas foram o principal destino dos pontos/milhas trocados no semestre. 76,7% viraram bilhetes de avião, um percentual ainda maior que o registrado no primeiro semestre de 2018 – os outros 23,3% foram para produtos e outros serviços. Miami e Orlando, nos Estados Unidos, ocupam as duas primeiras posições no ranking internacional de destinos mais resgatados, seguidas por Buenos Aires.

A taxa de breakage, que mede a quantidade de pontos/milhas expirados no período caiu 2,3 pontos percentuais no comparativo anual, alcançando 17,3% no primeiro semestre deste ano, ante igual período.