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O presidente Jair Bolsonaro também endereçou questões de relações internacionais em seu discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, nesta terça-feira, 24. "Reafirmo nossa disposição de manter contribuição concreta às missões da ONU, inclusive no que diz respeito ao treinamento e à capacitação de tropas, área em que temos reconhecida experiência", disse o presidente, que logo depois introduziu sua agenda internacional "com o intuito de resgatar o papel do Brasil no cenário mundial e retomar relações com importantes parceiros".

Na sequência, o líder brasileiro fez um resumo de todas as parcerias comerciais internacionais que já firmou desde que eleito, relembrando, principalmente, que "junto com o presidente argentino Mauricio Macri e nossos sócios do Uruguai e Paraguai, afastamos do Mercosul a ideologia e conquistamos importantes vitórias comerciais ao concluir negociações que já se arrastavam por décadas". Bolsonaro também afirmou que está "ansioso" para visitar parceiros na África, Oceania, Europa, mundo árabe e Ásia.

"Essas visitas reforçarão a amizade e o aprofundamento das relações com Japão, China, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar. Pretendemos seguir o mesmo caminho com todo o mundo árabe e a Ásia", disse o presidente.

"Como os senhores podem ver, o Brasil é um país aberto ao mundo, em busca de parcerias com todos os que tenham interesse de trabalhar pela prosperidade, pela paz e pela liberdade", concluiu o mandatário brasileiro antes de se encaminhar para o final de seu discurso.