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O peso argentino despencou 15,6 por cento, para a mínima recorde de 39 por dólar nesta quinta-feira, e o banco central elevou a taxa de juros para 60 por cento, de 45 por cento, depois que o Fundo Monetário Internacional (FMI) pediu políticas monetária e fiscal mais fortes.

Em uma tentativa de acalmar os mercados, a Argentina pediu ao FMI que liberasse parte dos fundos de seu instrumento de financiamento de 50 bilhões de dólares.

O banco central explicou, em comunicado, que adotou as medidas "em resposta à conjuntura cambial atual e ante o risco de que implique em um impacto maior sobre a inflação doméstica".

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