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Atento às mudanças do perfil do consumidor, a norte-americana Subway anunciou mudanças na operação global. De alterações estéticas nos restaurantes a digitalização dos processos de compra, o objetivo é aumentar a eficiência dentro do ponto de venda e se conectar com os clientes mais jovens.

Dentro do Brasil, as mudanças foram anunciadas ontem (21) em um movimento que visa fortalecer um mercado que hoje é o quarto maior da rede no mundo – atrás apenas de Estados Unidos, Canadá e Inglaterra.

Ao DCI, o diretor regional de marketing da rede no Brasil, Paul Davies, exaltou a importância do País na operação mundial, e garantiu que a empresa tem pensado em estratégias específicas para as terras tupiniquins. “Estamos priorizando estratégias para expandir nossa atuação, mesmo com a recente crise. Temos uma equipe para atuar junto aos franqueados e já está em estudo uma regionalização de nosso cardápio, adequando-o aos hábitos alimentares de cada parte do Brasil.”

Com relação às mudanças nos restaurantes, o executivo explicou que as franquias já em operação terão cinco anos para adaptação, e os valores vão variar de R$ 50 mil a R$ 100 mil dependendo do porte da unidade. A marca também deverá auxiliar os franqueados, tanto na parte logística quanto financeira, para que a adaptação se dê até 2023.

Hoje a rede soma mais de 2,1 mil unidades em operação no Brasil, distribuídas em todos os estados. E a perspectiva da empresa para os próximos anos é adaptar o cardápio de acordo com os ingredientes e insumos mais populares em cada uma das regiões do País.

Em busca do ‘frescor’

Com a alcunha de “Fresh foward” – algo como “avanço fresco” na tradução livre – o Subway promete trazer novidades tanto na exposição dos insumos usados na produção dos sanduíches quanto no processo de pedido dos lanches.

Entre as novidades estão um novo desenho de mesas e a instalação de tomadas e wifi. Além disso, o novo modelo permite que promoções sejam direcionadas às franquias diretamente pela matriz, nos EUA.

Questionado sobre a escolha de cores mais suaves ao invés de cores quentes, que incitam a fome, o gerente nacional de marketing da rede, Leandro Florio, foi enfático: “As cores convidam o cliente a uma nova experiência de sabor, mantendo a fome intacta.”