19/06/2017 - 10h39 Conteúdo patrocinado

Proteção de dados será fator crítico em tecnologia

Se cada vez mais os sistemas são automatizados, a segurança dos dados que trafegam pelas redes é uma das maiores preocupações nas empresas. Estar seguro em um mundo conectado é um desafio não apenas no e-commerce, com suas fraudes nos pagamentos, mas em todos os detalhes da vida privada e profissional de cada um. Estudo da Hewlett Packard revelou que 70% dos dispositivos de internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) contêm vulnerabilidades.

Em quase todos os casos de ataques cibernéticos, o objetivo é roubar e explorar dados como informações de cartão de crédito de clientes ou credenciais de uma pessoa, que podem ser usados para sujar a identidade do indivíduo on-line.

Com o avanço da internet das coisas (IoT), a atenção deve ser redobrada, uma vez que as ameaças se multiplicam, como no caso da montadora Fiat Chrysler, que em 2015 precisou fazer um recall de 1,4 milhão de veículos para instalar um novo software depois que pesquisadores identificaram um mecanismo que permitia a hackers  desligar o motor do modelo Jeep Cherokee enquanto o carro estava em movimento.

"Empreender em IoT", explica Maria Mônica de Oliveira, chefe de Conhecimento (CKO) da H&M, consultoria especializada na área, "requer que, desde o início do projeto, sejam incluídos os requisitos de segurança em todos os componentes do hardware (criptografia dos sensores) e dos softwares, permeando todas as camadas da solução e sua cadeia de valor". Para ela, são justamente as preocupações com a segurança que vão influenciar a decisão de compra dos clientes de produtos e serviços de tecnologia.

O Brasil já ocupa a quinta posição de países-alvo de cyberataques, e a especialista alerta para a importância de as empresas atentarem para os erros mais comuns identificados em ambientes que sofrem ataques na rede. Entre eles, negligência em relação a aspectos de privacidade e segurança; nível de proteção aos dados sensíveis que trafegam na aplicação; automação para as funcionalidades da aplicação; a segurança de rede (antes de escolher o nível de segurança na aplicação deve-se considerar a presença de autenticação em múltiplas redes de transporte); autorização para múltiplos tipos de serviço; e não trabalhar a gestão do risco.

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